Acostumada a viajar para Piripiri todas as férias, Altos
sempre representou o começo e o fim da viagem.
Dessa vez, diferente, Altos foi minha pequena viagem de dois
dias. E foi nessa pequena viagem que o interior me devolveu a paz que a capital
me tirou.
O céu de Altos é mais estrelado, a coca-cola é mais cara, o
tempo é menos quente e o sol insiste em não me bronzear. A tempestade de Altos é mais alegre e independente. Foi lá
que eu descobri que há um vazio em mim que só eu posso completar. E é nesse
auto-preenchimento que a liberdade encontra-se com a felicidade de ser o que é.
Ponho então os pés no chão e, como diz a poesia... Danço na chuva.

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