- Pois é, veja como são as coisas! - ela disse. - Na hora do aperto é que se vê de que cepa a pessoa é feita. Sempre pensei que eu fosse feita de carvalho, mas ao que parece sou feita é de uma pereira ou de alguma outra madeira mole como manteiga. É só um tipinho ordinário brincar com uma lâmina diante do meu nariz e a madeira já racha.
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